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Boas vindas!

Convido você à leitura. O campo de opiniões é franqueado ao debate construtivo.

  • Foto do escritor: Lidice Meyer
    Lidice Meyer
  • 29 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Uma semana se passou depois que Maria deu à luz a seu filho primogênito. (Lc 2.7.) Maria o embalalou e amamentou trazendo sempre em seu coração as palavras do anjo e de Isabel (Lc 1.31-33, 43). Que honra mas também que responsabilidade pesava sobre seus ombros! Aquele ser tão pequeno e tão indefeso era o filho do Deus Eterno.

Maria cumpriu suas obrigações religiosas levando seu filhinho para ser circuncidado ao oitavo dia de vida ( Lv 12.1). Sentiu a dor do corte no corpo de seu menino, sinal físico de seu pertencimento ao povo judeu.

Devido a alta mortalidade infantil, esperava-se alguns dias para nomear a criança. Para os judeus o nome possui um significado espiritual que reflete as esperanças dos pais. Foi só então que o nome do filho de Maria foi oficialmente divulgado: Jesus, que significa "Deus salva" (Lc 2.21). Seu nome refletia mais que as esperanças de José e Maria. Ele era a esperança de toda a humanidade. (Mt 1.21)

Em seu oitavo dia de vida a dupla natureza de Cristo se manifestou ao mundo: sua humanidade no corpo e sua divindade salvadora no nome. Isso o torna o único mediador entre Deus e a humanidade capaz de nos representar e salvar por ser verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

É muito significativo que o calendário cristão situe o ano novo uma semana após o Natal. Se no ano novo se celebra um novo ciclo, o oitavo dia da vida de Jesus aponta para uma nova criação, uma nova era de redenção para a humanidade.

Para os que reconhecem em Jesus o "Deus que salva", a celebração do ano novo se torna muito mais: é o nascer de um novo mundo, uma nova humanidade em Jesus.

Feliz ano novo!

Lidice Meyer

 
 
 
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