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Boas vindas!

Convido você à leitura. O campo de opiniões é franqueado ao debate construtivo.

  • Foto do escritor: Lidice Meyer
    Lidice Meyer
  • 22 de mar.
  • 1 min de leitura


No dia 21 de março ocorre o equinócio de primavera no hemisfério norte. A primavera marca o início do ano judaico religioso por ser um tempo de renovação, de nova vida após um rigoroso inverno.

Embora tradicionalmente o Natal de Jesus seja celebrado em 25 de dezembro, o fato de seu nascimento ter ocorrido durante um censo situa esta data na primavera.

Sempre que deslocamentos eram necessários, a primavera era a época escolhida pelo clima ameno e poucas chuvas. Um período também apreciado para os casamentos, por facilitar a presença dos parentes dos noivos nos sete dias de duração da cerimônia além de sua clara associação à fertilidade.

E, foi justamente em um casamento em Caná que Jesus deu início ao seu ministério terreno. Muito provavelmente, na primavera.

Três anos depois, novamente na primavera, período em que ocorre a Páscoa, Jesus consumou a sua obra na Terra.

Uma das mais belas imagens usadas pelos Pais da Igreja para Maria é a de um jardim fechado (em latim, Hortus conclusus), baseada em Cantares 4.12, expressão de sua virgindade e fecundidade espiritual.

Gosto de pensar que em uma manhã de primavera Deus fez brotar no jardim de Maria um pequeno botão que cresceu e desabrochou 30 anos depois para ser colhido após 3 anos. Mas seu perfume se espalhou por todo o mundo, impregnando-se em muitos. Por isso o apóstolo Paulo diz: "Nós somos o bom perfume de Cristo" (2 Coríntios 2.15).

Que Jesus seja a primavera de Deus no seu jardim, trazendo nova esperança e renovação de vida.

Feliz Primavera com Jesus!


Lidice Meyer

 
 
 
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